Bobby Robson não morreu ontem. A herança do homem derrotado pelo cancro e falecido aos 76 anos deixa uma marca indelével no futebol mundial. E também em Portugal. Treinou o Sporting e foi bicampeão no F. C. Porto. "Typical Joao Pinte. Cente e vinte per cente...". De tiradas como esta também se construiu uma individualidade muito própria, uma ilustre personalidade, que encantava a todos por onde passava. Portugal conheceu-o em 1992, quando chegou a Alvalade para treinar o Sporting. E de onde foi despedido, após uma penosa eliminação da Taça UEFA. Mesmo com a equipa leonina em primeiro lugar no campeonato, Sousa Cintra indicou-lhe a porta de saída. Corria o mês de Dezembro de 1993. Despedido daquela maneira só lhe ocorrera no início da carreira de treinador, quando o Fulham o despachou após dez meses de serviço. Em Janeiro de 1994, o treinador inglês logo encontrou colocação. E com o se quê de desforra: mudou-se para o rival F. C. Porto, onde ganhou a Taça de Portugal - numa final com o... Sporting - e onde chegou às meias-finas da Liga dos Campeões, num percurso que ainda hoje relembra algumas das mais retumbantes vitórias dos dragões na europa do futebol, como "aqueles" 5-0 no terreno do Werder Bremen. Seguiram-se mais duas épocas no F. C. Porto, onde se sagrou bicampeão nacional, em 1995 e 1996. Nessa passagem pelas Antas, onde orientou o "estágio" de José Mourinho, revelou-se, também, outra faceta de Bobby Robson, a do homem resoluto contra a doença. Diagnosticaram-lhe cancro, com o qual travou anos e anos de luta. Até ontem. Numa dessas batalhas, teve de ausentar-se do F. C. Porto, para tratamentos (durante alguns meses, foi substituído por Inácio), mas ainda voltou a tempo de se sagrar campeão nacional, em 1995 e 1996. Antes de chegar a Portugal, já Robert William Robson - Sir Bobby, assim armado cavaleiro com a Ordem do Império Britânico, em 2002 - era uma das figuras mais marcantes do futebol inglês. Foi com ele que a selecção da Rosa chegou às meias-finais do Mundial de 1990. E foi com ele que a Inglaterra foi eliminada, nos quartos-de-final do Mundial de 1986, no México, após "aquele" tão genial como batoteiro lance de Maradona, que havia de ser classificado nos anais do futebol como "a mão de Deus". Como futebolista, o avançado internacional inglês (vinte selecções e quatro golos) fez carreira no Fulham e no West Bromwich Albion, nos anos 1950 e 1960. Até que uma sucessão de lesões graves o impediu de jogar o Mundial de 1962, no Chile, e o de 1966, que a Inglaterra ganhou, em casa. Foram essas lesões que precipitaram o fim da carreira do futebolista e o início da do treinador. No banco da selecção inglesa, que ocupou entre 1982 e 1990, Sir Bobby Robson fez 95 jogos, já depois deste nativo de Sacriston, nascido em 18 de Fevereiro de 1933, se ter notabilizado como manager do Ipswicw Town, com quem ganhou a Taça de Inglaterra de 1978 e Taça UEFA de 1981. No estrangeiro, além do Sporting e do F. C. Porto, treinou o PSV Eindhoven, sagrando-se campeão da Holanda, em 1991 e 1992. E também o Barcelona, para onde se transferiu desde o F. C. Porto. No Nou Camp, ganhou uma Taça do Rei e uma Taça das Taças. Os últimos anos da carreira dedicou-os ao clube de que era adepto desde criança: foi treinador do Newcastle entre 2000 e 2005, levando duas vezes os "Magpies" à Liga dos Campeões. O último mandato do último "gentleman" do futebol britânico foi como conselheiro técnico da selecção da Irlanda, que teve de abandonar, em 2007, quando a doença se tornou galopante. É este "tesouro nacional", como lhe chamou Peter Shilton, ex-guarda-redes da selecção inglesa, que fica como legado para o futebol. Morreu o homem, mas fica a obra, imortal.Bobby Robson imortal
2009-08-01
segunda-feira, agosto 03, 2009
Bobby Robson imortal (Vénia Feita)
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sexta-feira, julho 24, 2009
Andei perdida na noite,
Sem saber para onde ir.
Andei sem eira nem beira,
Sempre 'a espera de mim,
Nunca me senti assim...
Tu nunca viste
O que eu vejo
O que eu sinto ao te ver
Para ti só um jogo
Que eu já sei que só posso perder
Andei perdida na noite, (sem verr ninguem)
Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!
Só, sem sentido
Sem a cor dos teus olhos pra ver
Um cais qual gemido
Sem destino a perder por perder
Andei perdida na noite, (sem ver ninguem)
Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!
Andei à toa de bar em bar
A tua procura sem nunca te encontrar
Quem nos conhece não sabe mentir
E quem nos inveja sorriu quando me viu.
Andei perdida na noite, (sem ver ninguem)
Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!
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quinta-feira, julho 23, 2009
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
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segunda-feira, julho 20, 2009
....Segredos....
Eu procuro um amor
Que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei...
Nos seus olhos quero descobrir
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...
Pode ser que eu a encontre
Numa fila de cinema
Numa esquina
Ou numa mesa de bar...
Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...
E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...
Hum! Hum! Huuuum!...
Eu procuro um amor
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...
Pode ser que eu gagueje
Sem saber o que falar
Mas eu disfarço
E não saio sem ela de lá...
Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...
E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...
Hum! Hum! Huuuum!...
Hum! Hum! Huuuum!...
Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...
Eu procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...
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domingo, julho 19, 2009
Meta
Há, em teu olhar e no teu jeito, alguma coisa de íntimo que me arrebata, e me atira num deslumbramento febril, inebriante. Sei que me sentes, embora sem palavras nos falamos. Tu sabes que sou a meta, eu sei que tu és o fim
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domingo, junho 21, 2009
domingo, junho 14, 2009
filho te Amo
Que homem grande e lindo e rebelde meu filho te Amo com toda a minha força es a minha vida.e como tu dizes e mai nada xuta pra frente pai..eheh linnnnnndddddddddddddoooooooooooooooooooooooo
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terça-feira, abril 07, 2009
sábado, abril 04, 2009
Estranha Forma de Vida
Estranha Forma de Vida
Amália Rodrigues
Composição: Alfredo Duarte/Amália Rodrigues
Que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda minha a saudade.
Foi por vontade de Deus.
Que estranha forma de vida
Tem este meu coração:
Vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.
Coração independente,
Coração que não comando:
Vive perdido entre a gente,
Teimosamente sangrando,
Coração independente.
Eu não te acompanho mais:
Pára, deixa de bater.
Se não sabes onde vais,
Porque teimas em correr,
Eu não te acompanho mais.
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sexta-feira, janeiro 09, 2009
Na primeira pessoa eu errei
Na primeira pessoa;
Eu errei;
Acto de errar;
Engano; equívoco; resultado falso; incorrecção; desvio do caminho; mau comportamento, desregramento; delito, culpa
Eu como homem que sou e só pelo meu esforço não sou capaz de ganhar a confiança dos outros nem a confiança de mim mesmo, procuro ser eu sem falar dos defeitos dos outros. Errei solenemente assumo sem medo e sem preconceito posso perder algo de muito precioso e de importante para mim com esses erros cometidos, mas tenho ideia que não são erros, são lições de vida nuas e cruas são as consequências dos meus actos. A minha consciência diz-me que faz parte do meu crescimento que é um processo de tentativa e erro: experimentação. As experiências que não deram certo fazem parte do meu processo de crescimento de aprendizagem, assim como as bem-sucedidas também fazem parte dele. As minhas virtudes e os meus sucessos enchem o meu coração de orgulho; os erros obrigam-me a recolher-me em mim mesmo e devolvem-me aquela prudência de que os sucessos privaram, fecho-me em copas e choro para dentro fico refém e mártir de mim mesmo sou assim não sou a perfeição mas procuro-a mesmo que saiba que não existe perfeição mas que fazer não me conformo com “erros” com injustiças porque tudo faço penso tento por em prática e luto para que nada disto aconteça amo o meu entusiasmo a minha luta a minha “teimosia” amo a “teimosia” pela busca da perfeição da nossa perfeição da nossa felicidade da concretização dos teus dos meus dos nossos sonhos.
A minha e a tua vida a nossa vida há sempre momentos de alegria e de sofrimento. Se eu e tu conseguirmos entender-mos que sempre haverá bons e maus de uma e de outra parte, poderemos gradualmente a não o esperar somente bons momentos, e nem a detestar os maus, sermos nos próprios de mente aberta e coração preparado e aberto para tudo. Tenho dentro de mim uma força igualável, porque o meu coração é puro. E por isso digo com uma certeza enorme que as derrotas da minha vida me vão conduzir hás maiores vitórias.
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