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domingo, agosto 09, 2009

Façam Favor de Serem Felizes



Romperam-se as vozes
no silêncio árduo
dessa despedida

Adeus!

Para memória futura
entre imagens e sons
imerge o riso
esse teu talismã
que os portugueses guardam

Adeus Raul Solnado

segunda-feira, agosto 03, 2009

Bobby Robson imortal (Vénia Feita)

Bobby Robson imortal

Óbito Último "gentleman" dos estádios deixa marca indelével no futebol mundial. Ex-treinador do Sporting e do F. C. Porto faleceu de cancro aos 76 anos

2009-08-01


Bobby Robson não morreu ontem. A herança do homem derrotado pelo cancro e falecido aos 76 anos deixa uma marca indelével no futebol mundial. E também em Portugal. Treinou o Sporting e foi bicampeão no F. C. Porto.

"Typical Joao Pinte. Cente e vinte per cente...". De tiradas como esta também se construiu uma individualidade muito própria, uma ilustre personalidade, que encantava a todos por onde passava. Portugal conheceu-o em 1992, quando chegou a Alvalade para treinar o Sporting. E de onde foi despedido, após uma penosa eliminação da Taça UEFA. Mesmo com a equipa leonina em primeiro lugar no campeonato, Sousa Cintra indicou-lhe a porta de saída. Corria o mês de Dezembro de 1993.

Despedido daquela maneira só lhe ocorrera no início da carreira de treinador, quando o Fulham o despachou após dez meses de serviço. Em Janeiro de 1994, o treinador inglês logo encontrou colocação. E com o se quê de desforra: mudou-se para o rival F. C. Porto, onde ganhou a Taça de Portugal - numa final com o... Sporting - e onde chegou às meias-finas da Liga dos Campeões, num percurso que ainda hoje relembra algumas das mais retumbantes vitórias dos dragões na europa do futebol, como "aqueles" 5-0 no terreno do Werder Bremen. Seguiram-se mais duas épocas no F. C. Porto, onde se sagrou bicampeão nacional, em 1995 e 1996.

Nessa passagem pelas Antas, onde orientou o "estágio" de José Mourinho, revelou-se, também, outra faceta de Bobby Robson, a do homem resoluto contra a doença. Diagnosticaram-lhe cancro, com o qual travou anos e anos de luta. Até ontem. Numa dessas batalhas, teve de ausentar-se do F. C. Porto, para tratamentos (durante alguns meses, foi substituído por Inácio), mas ainda voltou a tempo de se sagrar campeão nacional, em 1995 e 1996.

Antes de chegar a Portugal, já Robert William Robson - Sir Bobby, assim armado cavaleiro com a Ordem do Império Britânico, em 2002 - era uma das figuras mais marcantes do futebol inglês. Foi com ele que a selecção da Rosa chegou às meias-finais do Mundial de 1990. E foi com ele que a Inglaterra foi eliminada, nos quartos-de-final do Mundial de 1986, no México, após "aquele" tão genial como batoteiro lance de Maradona, que havia de ser classificado nos anais do futebol como "a mão de Deus".

Como futebolista, o avançado internacional inglês (vinte selecções e quatro golos) fez carreira no Fulham e no West Bromwich Albion, nos anos 1950 e 1960. Até que uma sucessão de lesões graves o impediu de jogar o Mundial de 1962, no Chile, e o de 1966, que a Inglaterra ganhou, em casa. Foram essas lesões que precipitaram o fim da carreira do futebolista e o início da do treinador.

No banco da selecção inglesa, que ocupou entre 1982 e 1990, Sir Bobby Robson fez 95 jogos, já depois deste nativo de Sacriston, nascido em 18 de Fevereiro de 1933, se ter notabilizado como manager do Ipswicw Town, com quem ganhou a Taça de Inglaterra de 1978 e Taça UEFA de 1981. No estrangeiro, além do Sporting e do F. C. Porto, treinou o PSV Eindhoven, sagrando-se campeão da Holanda, em 1991 e 1992. E também o Barcelona, para onde se transferiu desde o F. C. Porto. No Nou Camp, ganhou uma Taça do Rei e uma Taça das Taças.

Os últimos anos da carreira dedicou-os ao clube de que era adepto desde criança: foi treinador do Newcastle entre 2000 e 2005, levando duas vezes os "Magpies" à Liga dos Campeões. O último mandato do último "gentleman" do futebol britânico foi como conselheiro técnico da selecção da Irlanda, que teve de abandonar, em 2007, quando a doença se tornou galopante.

É este "tesouro nacional", como lhe chamou Peter Shilton, ex-guarda-redes da selecção inglesa, que fica como legado para o futebol. Morreu o homem, mas fica a obra, imortal.





sexta-feira, julho 24, 2009




Andei perdida na noite,
Sem saber para onde ir.
Andei sem eira nem beira,
Sempre 'a espera de mim,
Nunca me senti assim...




Tu nunca viste

O que eu vejo
O que eu sinto ao te ver
Para ti só um jogo
Que eu já sei que só posso perder




Andei perdida na noite, (sem verr ninguem)

Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!




Só, sem sentido

Sem a cor dos teus olhos pra ver
Um cais qual gemido
Sem destino a perder por perder




Andei perdida na noite, (sem ver ninguem)

Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!




Andei à toa de bar em bar

A tua procura sem nunca te encontrar
Quem nos conhece não sabe mentir
E quem nos inveja sorriu quando me viu.




Andei perdida na noite, (sem ver ninguem)

Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!

quinta-feira, julho 23, 2009

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir




Há gente que fica na história

da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir




São emoções que dão vida

à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder





Há dias que marcam a alma

e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer





A chuva molhava-me o rosto

Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera




Ai... meu choro de moça perdida

gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera




A chuva ouviu e calou

meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

segunda-feira, julho 20, 2009

....Segredos....




Eu procuro um amor
Que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei...


Nos seus olhos quero descobrir
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...


Pode ser que eu a encontre
Numa fila de cinema
Numa esquina
Ou numa mesa de bar...


Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...



E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...


Hum! Hum! Huuuum!...



Eu procuro um amor
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...



Pode ser que eu gagueje
Sem saber o que falar
Mas eu disfarço
E não saio sem ela de lá...



Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...



E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...



Hum! Hum! Huuuum!...
Hum! Hum! Huuuum!...



Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...




Eu procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...


domingo, julho 19, 2009

Meta

Há, em teu olhar e no teu jeito, alguma coisa de íntimo que me arrebata, e me atira num deslumbramento febril, inebriante. Sei que me sentes, embora sem palavras nos falamos. Tu sabes que sou a meta, eu sei que tu és o fim

domingo, junho 21, 2009

E mais não digo Eu Vou Seguir

domingo, junho 14, 2009

filho te Amo


Que homem grande e lindo e rebelde meu filho te Amo com toda a minha força es a minha vida.e como tu dizes e mai nada xuta pra frente pai..eheh linnnnnndddddddddddddoooooooooooooooooooooooo

terça-feira, abril 07, 2009

sábado, abril 04, 2009

Estranha Forma de Vida






Estranha Forma de Vida



Amália Rodrigues

Composição: Alfredo Duarte/Amália Rodrigues

Foi por vontade de Deus
Que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda minha a saudade.
Foi por vontade de Deus.



Que estranha forma de vida

Tem este meu coração:
Vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.




Coração independente,

Coração que não comando:
Vive perdido entre a gente,
Teimosamente sangrando,
Coração independente.




Eu não te acompanho mais:

Pára, deixa de bater.
Se não sabes onde vais,
Porque teimas em correr,
Eu não te acompanho mais.