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sexta-feira, julho 24, 2009




Andei perdida na noite,
Sem saber para onde ir.
Andei sem eira nem beira,
Sempre 'a espera de mim,
Nunca me senti assim...




Tu nunca viste

O que eu vejo
O que eu sinto ao te ver
Para ti só um jogo
Que eu já sei que só posso perder




Andei perdida na noite, (sem verr ninguem)

Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!




Só, sem sentido

Sem a cor dos teus olhos pra ver
Um cais qual gemido
Sem destino a perder por perder




Andei perdida na noite, (sem ver ninguem)

Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!




Andei à toa de bar em bar

A tua procura sem nunca te encontrar
Quem nos conhece não sabe mentir
E quem nos inveja sorriu quando me viu.




Andei perdida na noite, (sem ver ninguem)

Longe de um porto de abrigo, (pertença de alguém)
Andei perdida na noite, (olhei pr'o céu)
Onde te vi com alguém,
Que não era eu!

quinta-feira, julho 23, 2009

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir




Há gente que fica na história

da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir




São emoções que dão vida

à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder





Há dias que marcam a alma

e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer





A chuva molhava-me o rosto

Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera




Ai... meu choro de moça perdida

gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera




A chuva ouviu e calou

meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

segunda-feira, julho 20, 2009

....Segredos....




Eu procuro um amor
Que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei...


Nos seus olhos quero descobrir
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...


Pode ser que eu a encontre
Numa fila de cinema
Numa esquina
Ou numa mesa de bar...


Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...



E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...


Hum! Hum! Huuuum!...



Eu procuro um amor
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...



Pode ser que eu gagueje
Sem saber o que falar
Mas eu disfarço
E não saio sem ela de lá...



Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...



E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...



Hum! Hum! Huuuum!...
Hum! Hum! Huuuum!...



Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...




Eu procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...


domingo, julho 19, 2009

Meta

Há, em teu olhar e no teu jeito, alguma coisa de íntimo que me arrebata, e me atira num deslumbramento febril, inebriante. Sei que me sentes, embora sem palavras nos falamos. Tu sabes que sou a meta, eu sei que tu és o fim

domingo, junho 21, 2009

E mais não digo Eu Vou Seguir

domingo, junho 14, 2009

filho te Amo


Que homem grande e lindo e rebelde meu filho te Amo com toda a minha força es a minha vida.e como tu dizes e mai nada xuta pra frente pai..eheh linnnnnndddddddddddddoooooooooooooooooooooooo

terça-feira, abril 07, 2009

sábado, abril 04, 2009

Estranha Forma de Vida






Estranha Forma de Vida



Amália Rodrigues

Composição: Alfredo Duarte/Amália Rodrigues

Foi por vontade de Deus
Que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda minha a saudade.
Foi por vontade de Deus.



Que estranha forma de vida

Tem este meu coração:
Vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.




Coração independente,

Coração que não comando:
Vive perdido entre a gente,
Teimosamente sangrando,
Coração independente.




Eu não te acompanho mais:

Pára, deixa de bater.
Se não sabes onde vais,
Porque teimas em correr,
Eu não te acompanho mais.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Na primeira pessoa eu errei







Na primeira pessoa;

Eu errei;

Acto de errar;

Engano; equívoco; resultado falso; incorrecção; desvio do caminho; mau comportamento, desregramento; delito, culpa

Eu como homem que sou e só pelo meu esforço não sou capaz de ganhar a confiança dos outros nem a confiança de mim mesmo, procuro ser eu sem falar dos defeitos dos outros. Errei solenemente assumo sem medo e sem preconceito posso perder algo de muito precioso e de importante para mim com esses erros cometidos, mas tenho ideia que não são erros, são lições de vida nuas e cruas são as consequências dos meus actos. A minha consciência diz-me que faz parte do meu crescimento que é um processo de tentativa e erro: experimentação. As experiências que não deram certo fazem parte do meu processo de crescimento de aprendizagem, assim como as bem-sucedidas também fazem parte dele. As minhas virtudes e os meus sucessos enchem o meu coração de orgulho; os erros obrigam-me a recolher-me em mim mesmo e devolvem-me aquela prudência de que os sucessos privaram, fecho-me em copas e choro para dentro fico refém e mártir de mim mesmo sou assim não sou a perfeição mas procuro-a mesmo que saiba que não existe perfeição mas que fazer não me conformo com “erros” com injustiças porque tudo faço penso tento por em prática e luto para que nada disto aconteça amo o meu entusiasmo a minha luta a minha “teimosia” amo a “teimosia” pela busca da perfeição da nossa perfeição da nossa felicidade da concretização dos teus dos meus dos nossos sonhos.

A minha e a tua vida a nossa vida há sempre momentos de alegria e de sofrimento. Se eu e tu conseguirmos entender-mos que sempre haverá bons e maus de uma e de outra parte, poderemos gradualmente a não o esperar somente bons momentos, e nem a detestar os maus, sermos nos próprios de mente aberta e coração preparado e aberto para tudo. Tenho dentro de mim uma força igualável, porque o meu coração é puro. E por isso digo com uma certeza enorme que as derrotas da minha vida me vão conduzir hás maiores vitórias.

Mário Jorge Pina lemos Cardoso

domingo, dezembro 07, 2008